Inseminação Intrauterina ou Artificial

A Inseminação Intrauterina ou Artificial consiste na deposição de espermatozóides processados no interior da cavidade uterina, por meio de um cateter apropriado. Esse procedimento é realizado durante o período de ovulação, é indolor e realizado no próprio consultório médico.

O tratamento pode ser indicado em casos de distúrbios da ovulação, por fatores masculinos como problemas de ejaculação, alterações no sêmem e/ou para casais com baixo número de relações.

Síndrome dos Ovários Policísticos

A SOP – Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio endócrino que provoca alterações nos níveis hormonais, levando à formação de pequenos cistos nos ovários. A doença interfere no processo normal de ovulação, reduzindo a sua frequência e promovendo ciclos irregulares. Por isso, as chances de uma gravidez são baixas.

Mesmo sendo uma doença comum entre mulheres em idade reprodutiva, a síndrome provoca diversas dúvidas no público feminino. 

O ideal nesses casos é o acompanhamento médico, somente um profissional poderá diagnosticar e indicar o melhor tratamento para que a paciente possa contornar a doença e engravidar.

Já ouviu falar sobre Relação Programada?

Relação Programada ou Coito Programado é uma das técnicas mais simples de reprodução assistida. 

O método consiste em acompanhar a ovulação da mulher através de monitoramento ultrassonográfico e dosagens de níveis hormonais. Já a fecundação é realizada por meio de relações sexuais normais com o parceiro, durante o período fértil. 

Está indicado principalmente para mulheres com distúrbios ovulatórios (como por exemplo na síndrome do ovários policísticos) ou para casais com um baixo número de relações sexuais. A indicação da técnica deve ser realizada pelo médico especialista em infertilidade.

Oncofertilidade

Atualmente, além de buscar a cura do câncer, os médicos se preocupam também com a qualidade de vida dos pacientes. E a fertilidade é uma questão a ser levada em consideração. 

Existem técnicas na reprodução assistida que visam ajudar esses pacientes, que poderão ter sua fertilidade comprometida devido à complexidade do tratamento e da própria doença.

A criopreservação de óvulos, espermatozóides, embriões e tecidos testicular ou ovariano é uma opção que deve ser discutida entre paciente e médico antes do início do combate à enfermidade. 

A oncofertilidade é uma especialidade que tem como objetivo manter a fertilidade de pacientes que desejam ter filhos após o tratamento da doença.